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TRIAGEM AUDITIVA NEONATAL

No ser humano, a audição é fundamental para a aquisição e desenvolvimento da fala
e linguagem. Em crianças com surdez congênita, o diagnóstico precoce é fundamental
para uma adequada reabilitação. A deficiência auditiva é a doença mais frequente
encontrada no período neonatal, quando comparada a outras patologias. O
diagnóstico nos primeiros 6 meses de vida é decisivo para o desenvolvimento futuro
da criança deficiente auditiva. A realização da triagem auditiva neonatal (TAN) de
rotina é a única estratégia capaz de detectar precocemente alterações auditivas que
poderão interferir na qualidade de vida do indivíduo.
O objetivo da TAN é identificar perdas auditivas que possam prejudicar o
desenvolvimento normal da criança.

A triagem auditiva deve ser realizada, preferencialmente, nos primeiros dias de vida
(24h a 48h) na maternidade, e, no máximo durante o primeiro mês de vida, a não ser
em casos quando a saúde da criança não permita a realização de exames. Quando
realizado desta forma é dito UNIVERSAL.

Os exames que são realizados num programa de TAN são as emissões otoacústicas
(EOA), recomendadas para todos os recém-nascidos e/ou o potencial evocado
auditivo de tronco encefálico (PEATE) para aqueles que apresentam algum indicador
de risco para surdez, segundo o Joint Committee on Infant Hearing.
Porém, apesar da existência dos indicadores de risco, a triagem auditiva universal é
recomendada Assim, testar todos os recém-nascidos é fundamental para a
identificação de problemas auditivos congênitos, pois esses podem acometer os bebês
que não apresentem qualquer indicador de risco para surdez.

 

Currículo Palestrante

Dra. Doris Ruthi Lewis
Fonoaudióloga pela PUC-SP e Doutorado em Saúde Pública pela USP.

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